Estamos passando por um momento crítico no Brasil, a nação não suporta mais o excedente descaso das autoridades com os serviços básicos e essenciais, não tolera a escrachada corrução que está entranhada em todas as esferas do poder público, como uma metástase cancerosa.
O Governo Federal regido pelo atual partido dos trabalhadores esta a beira do colapso econômico, a beira a incredulidade comercial internacional e a beira da fúria do seu próprio povo. A economia está colapsando com a desvalorização do Real e com a falta de produtividade do país, com isso a inflação corrói a renda da população.
O Governo gastou o que não podia com políticas assistencialistas populistas e com esquemas de corrupção que pairam na estratosfera.
A Copa do Mundo no Brasil está sendo um péssimo negócio, pois o país gasta o décuplo do que deveria e não cumpri grande parte das obras de infraestrutura necessárias e exigidas pelos comitês internacionais.
A multiplicidade de ideologias e partidos dificulta os andamentos de votações cruciais, como a reforma tributária dentre outras.
A lentidão do judiciário atrapalha todas as empresas que pretendem fazer negócios no Brasil e faz com que investidores internacionais olhem para o país com incredulidade.
A ineficiência e a má vontade do executivo em implementar as reformas necessárias para nosso crescimento levam nossas empresas a perderem competitividade do exterior.
As reivindicações da população são mais que justas e dignas e o Governo em todas as suas esferas já deveria estar ouvindo e negociando com os manifestantes sua reivindicações e não se escondendo nos palácios atrás de sua cavalaria montada e de seus atiradores de elite.
Somos uma nação grande e trabalhadora e vamos construir um grande país.
Eng. Alberto Cohen Filho
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Ministro de Estado da Defesa proferirá Aula Magna no Inest da UFF
21/5/2013
Frederico Canequela
O ministro de Estado da Defesa, embaixador Celso Amorim, vai proferir a Aula Magna deste ano do Instituto de Estudos Estratégicos (Inest) da Universidade Federal Fluminense.
A apresentação ocorrerá no dia 27 de maio, às 10h, no Auditório Florestan Fernandes da Faculdade de Educação, Campus do Gragoatá, Bloco D, São Domingos, Niterói. O evento terá transmissão ao vivo pela WebTV, emwww.webtv.uff.br, uma parceria da Unitevê com a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI).
Celso Amorim foi ministro das Relações Exteriores, embaixador do Brasil no Reino Unido e chefiou a missão permanente do Brasil na ONU. Em agosto de 2011, assumiu seu cargo atual.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Hoje o Rio de Janeiro foi palco de desrespeito a vida e a cultura indígena.
Um casarão abandonado desde a década de 1970, onde funcionou o Museu do Índio, estava ocupado por indígenas desde 2006.
Com a chegada da copa o governo do estado deu uma nova direção arquitetônica para o Maracanã e para o entorno do mesmo. O Museu do Índio encontra-se no entorno do Maracanã.
Em função dessa direção "urbanística e arquitetônica" o governo recorreu a Justiça Estadual para obter a posse do local. E conseguiu!!
Dessa forma hoje executou essa desocupação com balas de borracha, gás lacrimogênio, spray pimenta e muita truculência!!
Essa é a forma como o Brasil e Estado do Rio de Janeiro tratam seus indígenas, que isso seja levado aos órgãos internacionais.
Alberto Cohen Filho
Segue notícia do G1.
PMs usaram spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo.
Por volta das 13h, os pertences dos índios foram retirados do antigo museu
(Foto: Christophe Simon/ AFP Photo)
gás lacrimogêneo (Foto: Isabela Marinho / G1)
Policiais do Batalhão de Choque entraram no antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, e os indígenas começaram a desocupar o prédio por volta das 11h45 desta sexta-feira (22). O clima ficou tenso, houve confronto, e os PMs utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os policiais dispararam tiros de bala de borracha. Manifestantes revoltados, muitos com os rostos pintados, ocuparam as vias no entorno e bloquearam a Radial Oeste nos dois sentidos. Um dos manifestantes passou mal e foi socorrido pelo Samu.
A invasão aconteceu após término da negociação, que começou às 3h com a chegada do Choque. Pouco antes das 11h, a PM começou a desfazer o cerco, dando indício de que havia um acordo, mas o clima de tranquilidade durou pouco: às 11h30, um grupo ateou fogo em uma oca erguida no terreno e começou a fazer uma dança. Bombeiros foram acionados para apagar as chamas.
Pouco depois, o Choque se posicionou e invadiu o local. Segundo o coronel Frederico Caldas, a decisão de entrar no antigo museu ocorreu por causa do incêndio na oca. "A Polícia Militar agiu na legalidade para uma saída negociada até que eles resolveram por fogo, que já estava se alastrando pelas árvores", afirmou o oficial. Segundo o coronel, na operação havia 200 policiais do Bope. Ainda de acordo com Caldas, não foram índios que atearam fogo na oca, mas militantes.
Por volta das 12h20, as ruas ao redor do antigo Museu do Índio pareciam uma praça de guerra. Manifestantes com pedras, paus e faixas tentavam fechar algumas das vias.
A todo momento era possível ouvir disparos feitos por policiais do Batalhão de Choque. Manifestantes foram detidos.
A ação foi acompanhada pelo deputado Marcelo Freixo, que criticou a atuação da PM. "De repente você tem tiro para cima, spray de pimenta nos parlamentares, no promotor, no defensor público. Não é possível dizer que é necessário. Mesmo que alguns resistissem era possível que eles fossem retirados sem violência", declarou Freixo. "Nós vamos agir contra esse procedimento da polícia", afirmou.
O defensor público federal Daniel Macedo, que representa os índios, criticou a entrada da PM no antigo museu. Para Macedo, os policiais do Batalhão de Choque agiram de maneira truculenta. “Foi uma arbitrariedade. Não precisava disso, eles [os índios] já estavam prestes a sair. Apenas um pequeno grupo permanecia no prédio. Eles me pediram 10 minutos para fazer uma dança de despedida, quando os PMs entraram. Vou analisar imagens e talvez entre com uma representação pedindo a responsabilidade da polícia.”
O major da PM Ivan Blaz afirmou que se houve truculência durante a desocupação do antigo Museu do Índio, será averiguado. “Ainda estamos em ação. Tudo vai ser verificado e apurado no seu momento. Por enquanto ainda estamos em operação. Peço a compreensão de todos para que a gente possa liberar a via para que milhões de pessoas possam voltar às suas rotinas”, declarou.
Detidos e feridos
Entre os manifestantes havia estudantes, integrantes de grupos sociais e até ativistas do Femen. Uma delas, de seios de fora, foi detida pouco antes da invasão. Revoltada, ela gritava "assassinos".
Entre os manifestantes havia estudantes, integrantes de grupos sociais e até ativistas do Femen. Uma delas, de seios de fora, foi detida pouco antes da invasão. Revoltada, ela gritava "assassinos".
Mais cedo, o advogado Arão da Providência, que diz ser irmão de um dos índios que vivem no prédio, pulou o muro para falar com os indígenas. Ele foi repreendido por policiais militares do Batalhão de Choque, contido com uso de força e levado para o camburão. A manifestante Mônica Bello também foi detida após discutir com os PMs.
O fotógrafo do jornal "O Globo" Pablo Jacob foi atingido na perna por granada de efeito moral.
Entenda o caso
A polêmica sobre o destino do espaço começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016.
A polêmica sobre o destino do espaço começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016.
Pelo projeto da Casa Civil, o Maracanã seria transferido para a iniciativa privada, que deveria construir um estacionamento, um centro comercial e áreas para saída do público. Para isso, alguns prédios ao redor do estádio deveriam ser demolidos, entre eles o casarão do antigo Museu do Índio, que funcionou no local de 1910 até 1978.
O edifício com área de cerca de 1600 m² está desativado há 34 anos. O grupo de indígenas que ocupa o prédio – e deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã – está no local desde 2006.
Esse ano, no entanto, a 8ª Vara Federal Cível do Rio de Janeiro concedeu imissão de posse em favor do governo estadual. Os índios foram notificados em 15 de março.
Alba Valéria Mendonça, Isabela Marinho e João Bandeira de Mello
sexta-feira, 8 de março de 2013
Pesquisadores da UFF vão à Antártica para estudar mudanças climáticas e ambientais na região
Uma expedição para a Antártica partiu em 3 de março a fim de realizar pesquisas na Península Fildes, na Ilha Rei George, com o objetivo de verificar o estoque e a emissão de gás carbônico (CO2) em lagos da região e monitorar o recuo das geleiras, provocado pelo degelo, e sua relação com o aumento de temperatura no local (elevação de 3º Celsius nos últimos 50 anos). Além disso, serão monitorados os sedimentos enviados para o ambiente marinho em decorrência da retração das geleiras. Tal pesquisa é de extrema importância porque as alterações climáticas no continente antártico influenciam diretamente nas mudanças de temperatura e na incidência de chuvas na América do Sul e, por conseqüência, no Brasil, o sétimo país mais próximo da Antártica.
A equipe de pesquisadores que foi enviada à Ilha Rei George conta com a participação dos professores Rosemary Vieira, coordenadora do projeto, e Humberto Marotta Ribeiro, ambos do Laboratório de Processos Sedimentares e Ambientais (Lapsa), do Instituto de Geociências da UFF. Também integrando o grupo estão a pesquisadora Kátia Kellem da Rosa e os estudantes Enoil de Souza Junior e Carolina Lorenz Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O transporte dos pesquisadores até a Antártica ficou a cargo da Operação Antártica XXXI, ligada ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar), sendo realizado por avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Os pesquisadores da UFF embarcaram no aeroporto do Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, enquanto que os integrantes gaúchos fizeram o embarque em Pelotas, seguindo todos para Punta Arenas, no Chile. Chegando lá terão que aguardar condições meteorológicas favoráveis para a travessia da Passagem de Drake.
Em decorrência do incêndio ocorrido na Estação Antártica Comandante Ferraz em fevereiro de 2012, os pesquisadores brasileiros ficarão hospedados na estação chilena de Escudero, na Península Fildes, até o fim de março. O Chile também oferecerá apoio no deslocamento e nas tarefas de campo ao longo da península. Esta parceria é fruto de um acordo de cooperação científica firmado entre Brasil e Chile enquanto o governo brasileiro estiver reconstruindo sua estação.
O trabalho de pesquisa recebe apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera. A logística, além de contar com a ajuda do Proantar, recebe auxílio do Instituto Antártico Chileno (Inach).
Fonte: Jornal eletrônico da Universidade Federal Fluminense - www.noticias.uff.br
A equipe de pesquisadores que foi enviada à Ilha Rei George conta com a participação dos professores Rosemary Vieira, coordenadora do projeto, e Humberto Marotta Ribeiro, ambos do Laboratório de Processos Sedimentares e Ambientais (Lapsa), do Instituto de Geociências da UFF. Também integrando o grupo estão a pesquisadora Kátia Kellem da Rosa e os estudantes Enoil de Souza Junior e Carolina Lorenz Simões, do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O transporte dos pesquisadores até a Antártica ficou a cargo da Operação Antártica XXXI, ligada ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar), sendo realizado por avião da Força Aérea Brasileira (FAB). Os pesquisadores da UFF embarcaram no aeroporto do Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, enquanto que os integrantes gaúchos fizeram o embarque em Pelotas, seguindo todos para Punta Arenas, no Chile. Chegando lá terão que aguardar condições meteorológicas favoráveis para a travessia da Passagem de Drake.
Em decorrência do incêndio ocorrido na Estação Antártica Comandante Ferraz em fevereiro de 2012, os pesquisadores brasileiros ficarão hospedados na estação chilena de Escudero, na Península Fildes, até o fim de março. O Chile também oferecerá apoio no deslocamento e nas tarefas de campo ao longo da península. Esta parceria é fruto de um acordo de cooperação científica firmado entre Brasil e Chile enquanto o governo brasileiro estiver reconstruindo sua estação.
O trabalho de pesquisa recebe apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia da Criosfera. A logística, além de contar com a ajuda do Proantar, recebe auxílio do Instituto Antártico Chileno (Inach).
Fonte: Jornal eletrônico da Universidade Federal Fluminense - www.noticias.uff.br
Holocausto: pesquisa indica três vezes mais vítimas
O Holocausto Memorial Museum, de Washington, através do projeto "Enciclopédia dos Campos e Guetos" está pesquisando outros locais, além dos já conhecidos, onde o nazismo também levou a cabo os seus planos de extermínio. O resultado preliminar é impressionante: 30.000 campos de trabalhos forçados, 1150 guetos de judeus, 980 campos de concentração, 500 bordéis de prostituição forçada e milhares de centros destinados à prática da eutanásia a pessoas dementes e a abortos forçados. No total, entre 15 e 20 milhões de pessoas morreram ou estiveram detidas nesses centros, em sua maioria judeus.
Os números têm diversas consequências. Uma é a constatação de que dificilmente a população alemã podia ignorar o que acontecia. Em Berlim, por exemplo, os investigadores documentaram cerca de 3.000 campos e "casas judias" onde se concentravam os prisioneiros antes da sua deportação. Segundo Martin Dean, editor do novo volume da Enciclopédia, "não se podia ir a nenhum lado na Alemanha sem nos depararmos com campos de trabalhos forçados, campos de prisioneiros de guerra ou campos de concentração. Estavam em todo o lado". Por isso, ele insiste que "não são sustentáveis as alegações de muitos alemães de que não tinham conhecimento do que se estava a passar com os seus vizinhos judeus". Outra conclusão: pode aumentar o número de famílias das vítimas que vão pedir indenização.
Fonte: email enviado por Jornal Alef
Os números têm diversas consequências. Uma é a constatação de que dificilmente a população alemã podia ignorar o que acontecia. Em Berlim, por exemplo, os investigadores documentaram cerca de 3.000 campos e "casas judias" onde se concentravam os prisioneiros antes da sua deportação. Segundo Martin Dean, editor do novo volume da Enciclopédia, "não se podia ir a nenhum lado na Alemanha sem nos depararmos com campos de trabalhos forçados, campos de prisioneiros de guerra ou campos de concentração. Estavam em todo o lado". Por isso, ele insiste que "não são sustentáveis as alegações de muitos alemães de que não tinham conhecimento do que se estava a passar com os seus vizinhos judeus". Outra conclusão: pode aumentar o número de famílias das vítimas que vão pedir indenização.
Fonte: email enviado por Jornal Alef
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Amazônia: pedido de ajuda
Uma mega-empresa de petróleo está tentando transformar a mais primitiva floresta tropical no coração do Equador em um campo de petróleo. A tribo Kichwa de Sani Isla está resistindo com coragem e acabaram de nos pedir ajuda para salvar suas terras.
A comunidade assinou um compromisso de nunca vender suas terras, onde onças vagueiam e um único hectare pode conter mais diversidade animal do que em toda a América do Norte! Mas o governo do Equador está tentando comprá-los para oferecer 4 milhões de hectares da Amazônia para grandes petrolíferas. O presidente Correa está numa batalha eleitoral neste momento e tem uma reputação de respeito ao meio ambiente e aos povos indígenas. Se pudermos fazer esse assunto vazar globalmente e tornar a proteção da Amazônia uma questão eleitoral, poderemos impedir essa corrida do petróleo.
Até agora a comunidade corajosamente se manteve firme, mas os petroleiros podem chegar com seus equipamentos de perfuração a qualquer momento. Os Kichwa estão apelando por nossa ajuda para salvar a Amazônia. Assine esta petição agora e compartilhe amplamente. Se 1 milhão de pessoas assinarem, vamos criar uma tempestade de mídia que forçará Correa a dar um passo atrás:
http://www.avaaz.org/po/oil_ in_the_amazon_global/?bfnAEdb& v=21330
Depois da Texaco e outras empresas de petróleo terem poluído as águas do Equador e devastado ecossistemas preciosos de maneira irreversível, Correa conduziu o Equador a ser o primeiro país do mundo a reconhecer os direitos da "Mãe Terra" em sua Constituição. Ele anunciou que o Equador não estava à venda, e no Parque Nacional Yasuni, promoveu uma iniciativa inovadora, onde outros governos pagam ao Equador para manter o petróleo no solo protegendo a floresta ao invés de destruí-la. Mas agora ele está prestes a se vender.
De modo chocante, a terra Kichwa está, em parte, no Parque Nacional Yasuni. Mas, ainda mais chocante é o grande plano de Correa: dentro de alguns dias funcionários do governo começarão uma turnê mundial para oferecer aos investidores estrangeiros o direito de perfurar em uma área de 4 milhões de hectares de floresta (maior que a Holanda!). O Equador, como qualquer país, pode argumentar que tem o direito de lucrar com seus recursos naturais, mas a própria Constituição diz que deve-se respeitar os direitos indígenas e suas incríveis florestas, que rendem milhões de dólares em turismo a cada ano.
Neste momento, Correa está em uma dura batalha para ganhar seu segundo mandato como presidente. É o momento perfeito para fazê-lo honrar suas promessas ambientais e fazer essa Constituição verde se tornar realidade. Assine agora para apoiar o povo Kichwa e salvar sua floresta:
http://www.avaaz.org/po/oil_ in_the_amazon_global/?bfnAEdb& v=21330
Nossa comunidade tem lutado ano após ano para proteger a Amazônia no Brasil e na Bolívia, e obteve muitas vitórias apoiando as comunidades indígenas. Agora é a vez do Equador: vamos responder a este apelo urgente e salvar a floresta.
Com esperança e determinação,
Alex, Pedro, Alice, Laura, Marie, Ricken, Taylor, Morgan e toda a equipe da Avaaz
Mais informações:
Equador revive conflito sobre exploração de petróleo na Amazônia (BBC)
http://www.bbc.co.uk/ portuguese/noticias/2012/12/ 121209_petroleo_amazonia_ equador_rw.shtml
Equador licitará novas áreas petrolíferas na Amazônia (Exame)
http://exame.abril.com.br/ economia/noticias/equador- licitara-novas-areas- petroliferas-na-amazonia
Chevron é multada em US$ 19 bilhões no Equador (Veja)
http://veja.abril.com.br/ noticia/economia/chevron-e- multada-em-us-19-bilhoes-no- equador
Tribo equatoriana recebe indulto de intrusão de óleo (The Guardian) (em inglês)
http://www.guardian.co.uk/ environment/2013/jan/17/ indigenous-ecuadorian-tribe- oil-intrusion
Equador adota direitos da natureza em Constituição (Rights of Nature) (em inglês)
http://therightsofnature.org/ ecuador-rights/
Fonte: email enviado por Avaaz.org.
A comunidade assinou um compromisso de nunca vender suas terras, onde onças vagueiam e um único hectare pode conter mais diversidade animal do que em toda a América do Norte! Mas o governo do Equador está tentando comprá-los para oferecer 4 milhões de hectares da Amazônia para grandes petrolíferas. O presidente Correa está numa batalha eleitoral neste momento e tem uma reputação de respeito ao meio ambiente e aos povos indígenas. Se pudermos fazer esse assunto vazar globalmente e tornar a proteção da Amazônia uma questão eleitoral, poderemos impedir essa corrida do petróleo.
Até agora a comunidade corajosamente se manteve firme, mas os petroleiros podem chegar com seus equipamentos de perfuração a qualquer momento. Os Kichwa estão apelando por nossa ajuda para salvar a Amazônia. Assine esta petição agora e compartilhe amplamente. Se 1 milhão de pessoas assinarem, vamos criar uma tempestade de mídia que forçará Correa a dar um passo atrás:
http://www.avaaz.org/po/oil_
Depois da Texaco e outras empresas de petróleo terem poluído as águas do Equador e devastado ecossistemas preciosos de maneira irreversível, Correa conduziu o Equador a ser o primeiro país do mundo a reconhecer os direitos da "Mãe Terra" em sua Constituição. Ele anunciou que o Equador não estava à venda, e no Parque Nacional Yasuni, promoveu uma iniciativa inovadora, onde outros governos pagam ao Equador para manter o petróleo no solo protegendo a floresta ao invés de destruí-la. Mas agora ele está prestes a se vender.
De modo chocante, a terra Kichwa está, em parte, no Parque Nacional Yasuni. Mas, ainda mais chocante é o grande plano de Correa: dentro de alguns dias funcionários do governo começarão uma turnê mundial para oferecer aos investidores estrangeiros o direito de perfurar em uma área de 4 milhões de hectares de floresta (maior que a Holanda!). O Equador, como qualquer país, pode argumentar que tem o direito de lucrar com seus recursos naturais, mas a própria Constituição diz que deve-se respeitar os direitos indígenas e suas incríveis florestas, que rendem milhões de dólares em turismo a cada ano.
Neste momento, Correa está em uma dura batalha para ganhar seu segundo mandato como presidente. É o momento perfeito para fazê-lo honrar suas promessas ambientais e fazer essa Constituição verde se tornar realidade. Assine agora para apoiar o povo Kichwa e salvar sua floresta:
http://www.avaaz.org/po/oil_
Nossa comunidade tem lutado ano após ano para proteger a Amazônia no Brasil e na Bolívia, e obteve muitas vitórias apoiando as comunidades indígenas. Agora é a vez do Equador: vamos responder a este apelo urgente e salvar a floresta.
Com esperança e determinação,
Alex, Pedro, Alice, Laura, Marie, Ricken, Taylor, Morgan e toda a equipe da Avaaz
Mais informações:
Equador revive conflito sobre exploração de petróleo na Amazônia (BBC)
http://www.bbc.co.uk/
Equador licitará novas áreas petrolíferas na Amazônia (Exame)
http://exame.abril.com.br/
Chevron é multada em US$ 19 bilhões no Equador (Veja)
http://veja.abril.com.br/
Tribo equatoriana recebe indulto de intrusão de óleo (The Guardian) (em inglês)
http://www.guardian.co.uk/
Equador adota direitos da natureza em Constituição (Rights of Nature) (em inglês)
http://therightsofnature.org/
Fonte: email enviado por Avaaz.org.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Exploração e abusos de crianças na Índia
O Parlamento indiano está encerrando 2012 sem haver votado a lei de combate ao trabalho infantil mais dura de sua história. Pior: o projeto de lei conta com o apoio da maioria dos parlamentares, mas ficou encalhado por semanas porque eles não a consideraram como 'prioridade'!
A Índia é a capital do trabalho infantil -- crianças a partir de cinco anos são vendidas a traficantes e forçadas a trabalhar como escravos dos dias modernos, sofrendo abusos e agressões físicas. Histórico, o novo projeto de lei iria banir completamente qualquer tipo de trabalho realizado por crianças com menos de 14 anos e proporcionar auxílios financeiros para famílias pobres, para que elas mantenham seus filhos na escola. Mas os parlamentares permitiram que o projeto de lei escorregasse de suas agendas, e grupos indianos de defesa dos direitos da criança afirmam que necessitam urgentemente da nossa ajuda, agora, para aumentar a pressão pública.
Se a comunidade da Avaaz se unir em torno da causa, podemos gerar uma onda de atenção para o projeto de lei e levar os parlamentares a votá-lo. Assine esta petição urgente e compartilhe com todos que você conhece -- quando chegarmos a um milhão de assinaturas, transmitiremos nossa mensagem ao Parlamento, juntamente com ex-trabalhadores infantis:
http://www.avaaz.org/po/india_ child_labour_g1/?bfnAEdb&v= 20484
Impressionantes 215 milhões de crianças trabalham em minas, pedreiras e fábricas em todo o mundo. Todas as nações assinaram um acordo para colocar a erradicação do trabalho infantil no centro dos seus planos nacionais para a educação.Entretanto, a Índia é o lar do maior exército de trabalhadores infantis do mundo. Se a nova lei for aprovada, ela iria banir todo tipo de trabalho para crianças com menos de 14 anos de idade e todo tipo de trabalho perigoso para menores de 18 anos. A nova lei conta até mesmo com provisões para garantir que as famílias mais pobres não sejam prejudicadas -- preservando o direito à educação gratuita e propondo auxílios financeiros para compensar qualquer perda.
Críticos afirmam que o verdadeiro problema não é a lei, mas a sua má execução. E é verdade que, nos últimos três anos, menos de 10% das 450.000 denúncias de trabalho infantil na Índia foram julgadas sob a lei existente, mais fraca. Mas a nova lei tem um efeito bem mais forte. A polícia não vai mais precisar esperar por um mandado judicial para agir. Todas as formas de trabalho infantil comercial para crianças menores de 14 anos serão criminalizadas e, ao invés de multas sem sentido ou breves sentenças de prisão, os criminosos vão ter que encarar penalidades duras.
Enquanto a maioria dos parlamentares diz que irá apoiar o projeto de lei, não há nenhuma urgência política para levá-lo à votação. Mas, a cada dia de atraso, mais crianças são forçadas a uma vida de miséria em alguma fábrica clandestina. Assine a petição para os parlamentares indianos agora e compartilhe com todos:
http://www.avaaz.org/po/india_ child_labour_g1/?bfnAEdb&v= 20484
A comunidade da Avaaz já fez campanhas para proteger as crianças e pessoas em situações mais vulneráveis diversas vezes. Apenas há algumas semanas, 1.2 milhões de nós nos unimos para ajudar a aprovar um plano de educação abrangente no Paquistão. A maneira como tratamos nossas crianças é um reflexo dos nossos valores morais -- e está na hora de dar passos firmes contra os abusos sofridos por elas. Vamos nos unir para lutar pelo futuro das crianças que estão sofrendo na Índia.
Com esperança e determinação,
Jamie, Alice, Alex, Alaphia, Lisa, Jeremy, Ricken, Dalia, Rewan, Michelle e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Índia propõe banir o trabalho infantil (em inglês) (Washington Post)
http://www.washingtonpost.com/ world/india-proposes-ban-on- child-labor/2012/08/29/ ef9d802a-f1f2-11e1-a612- 3cfc842a6d89_story.html
Preparativos para a nova lei de combate ao trabalho infantil (em inglês) (The Hindu)
http://www.thehindu.com/ opinion/op-ed/article3878212. ece
Mais de 60 milhões de trabalhadores infantis na Índia (em inglês) (India Tribune)
http://www.indiatribune.com/ index.php?option=com_content& view=article&id=2884:over-60- million-child-laborers-in- india
35 trabalhadores infantis resgatados de fábricas em Délhi (em inglês) (Business Line)
http://www. thehindubusinessline.com/ industry-and-economy/economy/ 35-child-workers-rescued-from- delhi-factories/ article1694550.ece
Acabe com o trabalho infantil e com as deficiências educacionais - relatório e filme (em inglês)
http://educationenvoy.org/
Fonte: email recebeido de Avaaz.org em 27 de dezembro de 2012.
A Índia é a capital do trabalho infantil -- crianças a partir de cinco anos são vendidas a traficantes e forçadas a trabalhar como escravos dos dias modernos, sofrendo abusos e agressões físicas. Histórico, o novo projeto de lei iria banir completamente qualquer tipo de trabalho realizado por crianças com menos de 14 anos e proporcionar auxílios financeiros para famílias pobres, para que elas mantenham seus filhos na escola. Mas os parlamentares permitiram que o projeto de lei escorregasse de suas agendas, e grupos indianos de defesa dos direitos da criança afirmam que necessitam urgentemente da nossa ajuda, agora, para aumentar a pressão pública.
Se a comunidade da Avaaz se unir em torno da causa, podemos gerar uma onda de atenção para o projeto de lei e levar os parlamentares a votá-lo. Assine esta petição urgente e compartilhe com todos que você conhece -- quando chegarmos a um milhão de assinaturas, transmitiremos nossa mensagem ao Parlamento, juntamente com ex-trabalhadores infantis:
http://www.avaaz.org/po/india_
Impressionantes 215 milhões de crianças trabalham em minas, pedreiras e fábricas em todo o mundo. Todas as nações assinaram um acordo para colocar a erradicação do trabalho infantil no centro dos seus planos nacionais para a educação.Entretanto, a Índia é o lar do maior exército de trabalhadores infantis do mundo. Se a nova lei for aprovada, ela iria banir todo tipo de trabalho para crianças com menos de 14 anos de idade e todo tipo de trabalho perigoso para menores de 18 anos. A nova lei conta até mesmo com provisões para garantir que as famílias mais pobres não sejam prejudicadas -- preservando o direito à educação gratuita e propondo auxílios financeiros para compensar qualquer perda.
Críticos afirmam que o verdadeiro problema não é a lei, mas a sua má execução. E é verdade que, nos últimos três anos, menos de 10% das 450.000 denúncias de trabalho infantil na Índia foram julgadas sob a lei existente, mais fraca. Mas a nova lei tem um efeito bem mais forte. A polícia não vai mais precisar esperar por um mandado judicial para agir. Todas as formas de trabalho infantil comercial para crianças menores de 14 anos serão criminalizadas e, ao invés de multas sem sentido ou breves sentenças de prisão, os criminosos vão ter que encarar penalidades duras.
Enquanto a maioria dos parlamentares diz que irá apoiar o projeto de lei, não há nenhuma urgência política para levá-lo à votação. Mas, a cada dia de atraso, mais crianças são forçadas a uma vida de miséria em alguma fábrica clandestina. Assine a petição para os parlamentares indianos agora e compartilhe com todos:
http://www.avaaz.org/po/india_
A comunidade da Avaaz já fez campanhas para proteger as crianças e pessoas em situações mais vulneráveis diversas vezes. Apenas há algumas semanas, 1.2 milhões de nós nos unimos para ajudar a aprovar um plano de educação abrangente no Paquistão. A maneira como tratamos nossas crianças é um reflexo dos nossos valores morais -- e está na hora de dar passos firmes contra os abusos sofridos por elas. Vamos nos unir para lutar pelo futuro das crianças que estão sofrendo na Índia.
Com esperança e determinação,
Jamie, Alice, Alex, Alaphia, Lisa, Jeremy, Ricken, Dalia, Rewan, Michelle e toda a equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Índia propõe banir o trabalho infantil (em inglês) (Washington Post)
http://www.washingtonpost.com/
Preparativos para a nova lei de combate ao trabalho infantil (em inglês) (The Hindu)
http://www.thehindu.com/
Mais de 60 milhões de trabalhadores infantis na Índia (em inglês) (India Tribune)
http://www.indiatribune.com/
35 trabalhadores infantis resgatados de fábricas em Délhi (em inglês) (Business Line)
http://www.
Acabe com o trabalho infantil e com as deficiências educacionais - relatório e filme (em inglês)
http://educationenvoy.org/
Fonte: email recebeido de Avaaz.org em 27 de dezembro de 2012.
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