Prédios caíram na última quarta-feira. Hipótese mais provável seria o rompimento estrutural de uma das construçõesMauricio Lima | ||||
De acordo com o vice-presidente do Clube de Engenharia e coordenador da comissão, Manoel Lapa, um grupo de quatro engenheiros civis com mais de 30 anos de experiência em estruturas participará da investigação. Atualmente, peritos da Polícia Civil conduzem as investigações. O engenheiro afirma que a comissão só poderá começar os trabalhos no momento em que a defesa civil liberar a área, após o término das buscas por desaparecidos. Sobre as causas do desabamento, Lapa cogita que realmente tenha havido problemas estruturais no edifício. "Levando em consideração o depoimento das testemunhas, é possível perceber que ninguém ouviu barulho de explosão. Elas dizem ter ouvido estalos, o que pode caracterizar uma ruptura do concreto da estrutura", disse. Segundo Luiz Consenza, coordenador da comissão de análise do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), a hipótese de explosão ainda não foi descartada, mas é menos provável. "Se houvesse a explosão, o primeiro andar seria o primeiro a cair, mas as imagens mostram que o prédio caiu de cima para baixo", diz.
De acordo com Consenza, o Crea-RJ e a Polícia trabalham com a hipótese de que as obras realizadas no terceiro e nono andares de um dos edifícios possam ter causado o rompimento da estrutura. O engenheiro afirma que essas obras não estavam registradas junto ao Crea-RJ. "A última obra da qual temos registro nesse edifício data de 2008. Queremos agora descobrir quem era o engenheiro responsável pela obra para verificar exatamente quais trabalhos estavam sendo realizados no edifício", afirma. Segundo Consenza, o advogado da empresa responsável pela ocupação do prédio afirmou que as obras eram somente de troca carpete e de pintura. Consenza acrescenta, no entanto, que independentemente das obras, o edifício já apresentava indícios de problemas estruturais como, por exemplo, a colocação de janelas na empena cega do prédio, entre outros. Segundo ele, o Crea-RJ também está apurando as declarações de que o prédio teria sido afetado estruturalmente pelas obras do metrô realizadas anteriormente, mas que a teoria também não é provável. Sobre o resultado das investigações, o engenheiro afirma que os trabalhos serão demorados, em função do grande volume de entulho. Até o momento, 11 corpos foram encontrados nos entulhos dos três edifícios. O maior prédio, de 20 andares, data de 1940 e teria sido o primeiro a desabar. Os outros dois edifícios, um de 4 andares e outro de 10 andares, construídos em 1938, teriam caído com o peso dos escombros do prédio maior. Fonte: téchne |
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Clube de Engenharia cria comissão para investigar desabamento de edifícios no Rio de Janeiro
Mauricio Lima | ||||||||||
Primeiro projeto residencial do arquiteto Norman Foster a ser concluído na América do Norte, a Jameson House se utiliza de um edifício existente para criar um novo ponto de referência na cidade de Vancouver, no Canadá. Dessa forma, o edifício de uso misto mantém uma identidade com o entorno, mas ao mesmo tempo introduz um volume mais atual ao local.
Os dois primeiros pavimentos contam com a fachada dos edifícios antigos, mantendo a linha das lojas da rua e se conectando visualmente com os edifícios ao lado. Há nove pavimentos fechados com vidro, que contam com formas retas, como nos prédios ao redor. Assim como nos andares inferiores, o edifício se relaciona bem com os prédios vizinhos, pois a divisão entre a parte residencial e comercial do prédio fica no mesmo nível em que a altura máxima dos outros edifícios. Ao todo, a construção tem 35 pavimentos. Essa divisão pode ser percebida por dois fatores. Um deles é o pavimento vazio que existe entre as duas partes. O outro é o fato de que a fachada ganha formas curvas, criando quatro grandes divisões escalonadas, com extensões diferentes. Dessa forma, os apartamentos têm uma visão desobstruída da paisagem e a luz solar pode chegar aos edifícios vizinhos. Ainda, a quantidade de varandas abertas varia de acordo com as divisões. No topo do prédio, há apartamentos duplex com terraços ajardinados. Entre as soluções pensadas estão o resfriamento do chão e o sistema de estacionamento mecanizado, que reduz a necessidade de pavimentos no subsolo e, portanto, os requisitos de iluminação e ventilação. "Vancouver tem uma localização espetacular, rodeada por montanhas e mar. O desenho utiliza essa qualidade natural da cidade, com a colocação de varandas voltadas para a paisagem. Além disso, o projeto combina restauração com projetos novos e demonstra inovação, tanto na evolução da construção de edifícios quanto na responsabilidade ambiental deles", disse Foster.
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Prédio em São Paulo tem vigas de 44,4 m a 30 m de altura
Luciana Tamaki, da revista Téchne | ||||||
As vigas têm 700 m³ de concreto cada, sustentadas por oito pilares com 30 m de altura acima do nível do solo para os 12 andares de edificação. As vigas são em formato "T", e possuem 6 m de altura. Sob o eixo de cada par de pilares de cada viga foi feita uma outra fundação, como um radier, para suportar a carga. As duas vigas centrais receberam 24 bainhas de 24 cordoalhas para protensão, enquanto as mais externas receberam 18 bainhas de 24 cordoalhas. O momento de cálculo nas vigas principais é de 60 mil tfm. Depois de concretadas as vigas de 44,4 m, foram feitas vigas de travamento, ortogonais a elas, com 2,50 m de altura. O concreto usado foi o autoadensável, com 50 MPa. Foi feito um controle tecnológico muito rígido, sendo instalados quatro termopares em cada viga durante o lançamento do concreto e até duas semanas após, para monitorar a temperatura. Saiba mais detalhes deste projeto e da execução da obra na próxima edição da revista Téchne. Resumo da obra: Brookfield Malzoni Construção: Brookfield Incorporação: Brookfield / Grupo Victor Malzoni Projeto de arquitetura: Botti Rubin Projeto estrutural: Mário Franco (JKMF) Projeto de fundação: Consultrix Área do terreno: 20 mil m² Área da casa bandeirista: 2 mil m² Comprimento da viga no bloco de transição: 44,4 m Altura dos pilares no bloco de transição: 30 m Área das lajes interligadas: 5.200 m²
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Bombeiros confirmam 1 morto e 2 feridos em explosão no Rio
A assessoria do Corpo de Bombeiros confirmou que uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas em uma explosão na Avenida Rio de Janeiro, na Zona Portuária do Rio, na manhã desta segunda-feira (30). Informações iniciais dos bombeiros eram apenas de que um bueiro havia explodido.
Posteriormente, a assessoria da Companhia Docas, responsável pelo local, informou que a explosão foi em um bueiro de águas pluviais na altura do Armazém 30, na área de operação da Empresa Triunfo Logística. Ainda não se sabe os motivos da explosão. Confira no final desta reportagem a íntegra da nota enviada pela Companhia Docas.
Segundo bombeiros, as vítimas são homens e foram levadas para o Hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade, pela ambulância do Cais do Porto.
Procurada pelo G1, a Secretaria municipal de Saúde informou que um homem teve fratura exposta no braço direito e queimadura superficial no rosto. Já o outro ferido, chegou à unidade com o braço imobilizado e para encaminhado para o raio-x.
Já a assessoria da Secretaria municipal de Conservação e Serviços Públicos explicou que o local da explosão não fica numa via pública e por isso não seria de responsabilidade da prefeitura.
Homens dos quartéis de Benfica e Caju estão no local da explosão.
Veja a íntegra da nota da Cia. Docas:
"A explosão na manhã desta segunda-feira no Porto do Rio aconteceu em um bueiro de águas pluviais, localizado no armazém 30, área de operação da Triunfo Logística. Um trabalhador da Triunfo morreu e outros dois ficaram feridos e foram encaminhados pela ambulância do OGMO (órgão Gestor de Mão de Obra) para o Hospital Souza Aguiar. Ainda são desconhecidas as causas da explosão."
"A explosão na manhã desta segunda-feira no Porto do Rio aconteceu em um bueiro de águas pluviais, localizado no armazém 30, área de operação da Triunfo Logística. Um trabalhador da Triunfo morreu e outros dois ficaram feridos e foram encaminhados pela ambulância do OGMO (órgão Gestor de Mão de Obra) para o Hospital Souza Aguiar. Ainda são desconhecidas as causas da explosão."
Fonte: G1
É mais uma prova de como a infraestrutura da cidade está negligenciada. Semana passada caíram três prédios em pleno centro do Rio de Janeiro!!
Engº. Alberto Cohen Filho
domingo, 29 de janeiro de 2012
Crivella propõe vistoria em prédios a cada cinco anos
| Crivella, autor de projeto que fixa inspeções periódicas em edifícios |
Para o senador, a tragédia deve motivar a tramitação, em regime de urgência, de projeto de sua autoria (PLS 491/11) que determina inspeções a cada cinco anos em prédios de uso coletivo de mais de 30 anos:
— Esses prédios têm que ser vistoriados ou teremos mais colapsos de estruturas. A engenharia do passado não tinha o grau de desenvolvimento de hoje. E estruturas envelhecem.
O projeto, que aguarda parecer na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), prevê a criação do laudo de inspeção técnica de edificação (Lite), no qual os responsáveis pela vistoria anotariam sua avaliação das condições do edifício, as não conformidades verificadas e os reparos necessários.
As causas do acidente que derrubou os três edifícios ainda estão sendo apuradas. A hipótese mais provável é a de danos estruturais em um deles, causados por obras não autorizadas.
Política de inspeção
Crivella lembrou desastres como o desmoronamento parcial do Palace II, em 1998, ao justificar a necessidade de criação de uma política nacional de inspeção periódica dos edifícios e de um reforço no papel de profissionais registrados no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) no acompanhamento de obras.
Segundo o senador, o PLS 491/11 foi originalmente motivado por uma série de acidentes na capital fluminense, envolvendo queda de marquises de concreto em mau estado de conservação.
Um caso em Copacabana, em fevereiro de 2007, que causou a morte de duas pessoas, fez a prefeitura decretar a proibição de construção de novas marquises sobre ruas e calçadas e impor a demolição de marquises antigas.
113915
Senador(es) Relacionado(s):
Marcelo Crivella
Marcelo Crivella
Fonte: Jornal do Senado
Quem vai fiscalizar os laudos de vistoria? O Crea, as prefeituras, a defesa civil, o corpo de bombeiros...? Realmente as estruturas envelhecem e devem ser vistoriadas, mas lembro que estruturas com viadutos e pontes após serem construídas ficam largadas por décadas! Uma outra questão é sobre a conta desta vistoria, quem pagará? O condomininio?
Existe um outro ponto que deve ser abordado é a delimitação das atividades do arquiteto e do engenheiro civil, a Lei regulamentadora da profissão (5194) que delimita o campo de cada profissional deve ser analisada com urgência.
Engº. Alberto Cohen Filho
Quem vai fiscalizar os laudos de vistoria? O Crea, as prefeituras, a defesa civil, o corpo de bombeiros...? Realmente as estruturas envelhecem e devem ser vistoriadas, mas lembro que estruturas com viadutos e pontes após serem construídas ficam largadas por décadas! Uma outra questão é sobre a conta desta vistoria, quem pagará? O condomininio?
Existe um outro ponto que deve ser abordado é a delimitação das atividades do arquiteto e do engenheiro civil, a Lei regulamentadora da profissão (5194) que delimita o campo de cada profissional deve ser analisada com urgência.
Engº. Alberto Cohen Filho
Ato Médico está entre as matérias polêmicas na agenda do Senado deste ano
Proposta que trata do exercício da Medicina e determina atividades privativas dos médicos - chamado de projeto do Ato Médico - está entre as matérias polêmicas na agenda do Senado neste ano. O texto tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde o relatório do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), já lido, deve ser votado na retomada dos trabalhos legislativos, em fevereiro.
A matéria (SCD 268/2002) é uma antiga reivindicação dos médicos, que reclamam maior clareza na delimitação legal de seu campo de atuação. Mas a categoria enfrenta críticas de todos os outros profissionais que atuam na área da saúde, os quais temem o esvaziamento de suas funções e a formação de uma reserva de mercado para os médicos.
Os críticos argumentam que a proposta estabelece como exclusivas de médicos atribuições já asseguradas a outras categorias. O texto determina, por exemplo, que cabe exclusivamente aos médicos o diagnóstico de doenças, mas outras categorias, como psicólogos e nutricionistas, reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde de uma pessoa, que engloba aspectos psicológicos e nutricionais.
Também tem sido criticada a norma que define como privativa do médico a execução de procedimentos invasivos, que incluem a "invasão da pele". Acupunturistas, por exemplo, temem que a interpretação do conceito de procedimento invasivo possa restringir sua atuação profissional.
Ainda entre os aspectos polêmicos está a determinação de que apenas médicos podem chefiar de serviços de saúde. Para as demais categorias, a norma é um retrocesso em relação às diretrizes e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), de atendimento universal, igualitário e integral, realizado por equipes multiprofissionais.
Conflito já dura dez anos
Apresentado em 2002 pelo ex-senador Benício Sampaio, o projeto foi aprovado no Senado em 2006, na forma de substitutivo da relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO). Após três anos de tramitação na Câmara, a proposição foi aprovada com diversas modificações e voltou ao Senado, em outubro de 2009, para manifestação dos senadores sobre as mudanças sugeridas pelos deputados.
O projeto tramita agora na CCJ, mas ainda vai passar pelas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS), antes de ir ao Plenário. No final de dezembro, Antônio Carlos Valadares apresentou seu relatório na CCJ, mas pedido de vista coletivo adiou a votação da matéria.
Em seu voto, Valadares afirma ter modificado o projeto para atender da melhor maneira possível todas as categorias que atuam na área da saúde (veja quadro comparativo entre as versões do texto). Para ele, a definição de requisitos legais para o exercício da Medicina é essencial para evitar a atuação de pessoas inescrupulosas. De outro lado, ele pondera que uma nova lei não pode avançar sobre o que já está regulamentado para as demais profissões.
Pontos polêmicos
Desde o início da tramitação do projeto, pelo menos cinco aspectos do texto têm gerado reações das categorias que atuam no setor, que temem prejuízos em sua atuação profissional caso o projeto seja transformado em lei:
Diagnósticos de doenças: no relatório em exame na CCJ, Valadares mantém como privativa dos médicos a formulação de diagnóstico nosológico (para determinar a doença que acomete o paciente), mas retira essa exclusividade para "diagnósticos funcional e cinésio-funcional [que avalia funções de órgãos e sistemas do corpo humano], psicológico, nutricional e ambiental, e as avaliações comportamental e das capacidades mentais, sensorial e perceptocognitivas".
Os deputados haviam mantido como exclusivo do médico o diagnóstico funcional, sob argumento, por exemplo, de que no pós-operatório de cirurgias ortopédicas, é atribuição do cirurgião avaliar a função do membro ou órgão operado. A restrição, no entanto, desagradou fisioterapeutas e fonoaudiólogos, profissionais responsáveis por avaliar a capacidade do paciente de, entre outros, realizar movimentos como subir escada, escovar os dentes, articular sons ou levar a comida à boca.
Em seu voto, Valadares retirou a exclusividade para esses diagnósticos funcionais, mas manteve como atribuição reservada aos médicos a prescrição de cuidados pré e pós-operatórios.
Assistência ventilatória mecânica ao paciente: o texto aprovado em 2006 no Senado previa como exclusiva dos médicos a "definição da estratégia ventilatória inicial" e a "supervisão do programa de interrupção da ventilação" - procedimento de intubação do paciente acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões. A norma foi questionada pelos fisioterapeutas, profissionais também envolvidos no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI). Conforme emenda da Câmara acolhida por Valadares, caberá exclusivamente aos médicos a "coordenação da estratégia ventilatória inicial e do programa de interrupção da ventilação mecânica". Com a mudança, fica assegurada a participação de fisioterapeutas na estratégia de ventilação mecânica.
Biópsias e citologia: Valadares rejeitou mudança da Câmara que limitava aos médicos a emissão dos diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido. A emenda dos deputados foi criticada por biomédicos e farmacêuticos, sob a alegação de que restringia sua liberdade de atuação.
Em debate no Senado, representantes dessas categorias afirmaram que a análise citopatológica (para estudo, por exemplo, de células para a identificação de câncer) representa uma "interpretação" do material colhido e não um "diagnóstico médico". Valadares retirou a restrição para emissão desse tipo de diagnóstico, mas manteve como tarefa restrita aos médicos a "emissão de laudos de exames endoscópicos e de imagem, dos procedimentos diagnósticos invasivos e dos exames anatomopatológicos". A anatomopatologia é o estudo das partes do organismo alteradas por processos patológicos.
Procedimentos invasivos: o projeto em análise prevê como atribuição exclusiva de médicos a indicação e a execução de "procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia". Pelo texto, tais procedimentos incluem, entre outros, "invasão da epiderme e derme com o uso de produtos químicos ou abrasivos" e a "invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção". A norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo.
Valadares manteve a norma em seu relatório, mas retirou da lista de atribuições exclusivas dos médicos a "aplicação de injeções subcutâneas, intradérmica, intramusculares e intravenosas", apesar de a recomendação de medicamentos a serem aplicados por injeção continuar sendo uma prerrogativa médica.
Direção e chefia: pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. As demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam em ambulatórios, centros de saúde, centros de atenção psicossocial e nos núcleos de apoio à saúde da família. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.
Fonte: Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
27/01/2012 - dia de recordação do Holocausto
Faz mais de sessenta anos que a segunda grande guerra acabou, mas seus acontecimentos terríveis, monstruosos e abomináveis jamais devem ser apagados.
Mais de sete milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas, assassinados de forma fria e cruel, assassinados como se não fossem seres humanos. Vítimas de terríveis experiências pseudo-científicas, vítimas das câmaras de gás, dos fornos crematórios, das execuções sumárias, das mutilações, da fome, das doenças ... Vítimas do racismo, da ignorância e de Satanás...
A primeira coisa que o estado alemão fez para poder engendrar toda sua política racista e genocida foi alterar a constituição, retirar todos os direitos que os cidadãos alemães judeus tinham, após isso os judeus foram sendo gradativamente retirados de todos os cargos importantes do governo.
Hoje o nazismo não morreu, ele ainda encontra seguidores nos mais variados países. Por isso todos os homens de consciência no mundo devem sempre estar atentos ao poder destrutivo do racismo e do ódio, deve estar atentos a todas as manifestações exacerbadas na política.
Que nunca mais episódios como o holocausto se repitam neste planeta, em nenhum povo e em nenhuma época.
Que reflitamos sobre os erros do passado e sobre o futuro esperançoso que há para a humanidade. Somos seres criadores e portadores da Luz em Elohim, podemos e devemos trabalhar por um mundo mais harmonioso.
Engº. Alberto Cohen Filho
Mais de sete milhões de judeus foram assassinados pelos nazistas, assassinados de forma fria e cruel, assassinados como se não fossem seres humanos. Vítimas de terríveis experiências pseudo-científicas, vítimas das câmaras de gás, dos fornos crematórios, das execuções sumárias, das mutilações, da fome, das doenças ... Vítimas do racismo, da ignorância e de Satanás...
A primeira coisa que o estado alemão fez para poder engendrar toda sua política racista e genocida foi alterar a constituição, retirar todos os direitos que os cidadãos alemães judeus tinham, após isso os judeus foram sendo gradativamente retirados de todos os cargos importantes do governo.
Hoje o nazismo não morreu, ele ainda encontra seguidores nos mais variados países. Por isso todos os homens de consciência no mundo devem sempre estar atentos ao poder destrutivo do racismo e do ódio, deve estar atentos a todas as manifestações exacerbadas na política.
Que nunca mais episódios como o holocausto se repitam neste planeta, em nenhum povo e em nenhuma época.
Que reflitamos sobre os erros do passado e sobre o futuro esperançoso que há para a humanidade. Somos seres criadores e portadores da Luz em Elohim, podemos e devemos trabalhar por um mundo mais harmonioso.
Engº. Alberto Cohen Filho
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